segunda-feira, 19 de março de 2007

Não amar é sofrer, amar é sofrer mais


Oi, aqui é Luiza F. novamente. Esqueci de me apresentar direito. Tenho 20 anos e adoro falar sobre relacionamentos. Um dia ainda escreverei um livro rs.
Hoje mudei muito. Não sou a mesma de alguns anos atrás. A verdade é que sempre fui de me apaixonar fácil. Até descobrir o que realmente é o amor (se é que descobri isso) achava que todo menino por quem me interessava era o amor da minha vida. Eu tinha uma certa carência que os amores, muitos deles platônicos, de alguma forma supriam. Alguém que me olhasse diferente e mostrasse um certo carinho já passava a ocupar meus pensamentos diários. Nada mais normal para uma menina que estava se descobrindo, que era cheia de complexos, incertezas, e que não imaginava o turbilhão de coisas que, sem cuidado algum, iriam levá-la de um mundo ilusório para uma realidade completamente diferente. Uma realidade onde homens não passam de bichos ferozes que perseguem de maneira cruel a garota cheia de sonhos, ignoram seus sentimentos e devoram-na como se ela fosse também um bicho.
Por mais que possa parecer, não se trata do depoimento de uma mulher amargurada, que sofreu uma triste decepção e que passou a ter repulsa em relação ao sexo oposto. De fato, não tenho tido muita sorte quando o assunto é amor, mas todas as experiências que tive me ensinaram mta coisa, e, principalmente, fizeram-me enxergar que, por mais clichê que isso possa parecer, é do sofrimento que tiramos as lições mais importantes da nossa vida.

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